Terça-feira, 6 de Maio de 2008

De como o tempo passa

Dali - Persistência da memória

Imagem: Salvador Dali

 

Já passou algum tempo desde o último post. “Já não escreves há tanto tempo!” – comenta quem que conhece. Mas ao mesmo tempo, parece-me que o tempo não passou.

 

É estranha esta noção de tempo. O como ele passa tão depressa quando tudo o que queremos é que demore a passar. E como passa tão lentamente quando desesperamos para que passe depressa.

 

É ridícula a importância que damos ao tempo e o tempo que perdemos a fazê-lo.

 

E o maior erro? É adiar seja o que for para quando tivermos mais tempo!

 

A verdade é que amanhã não vamos ter mais tempo do que aquele que temos hoje. A verdade é que o tempo é uma pedra preciosa e mais precioso ainda é o que fazemos dele.

 

O tempo é valioso demais para que se anseie que passe mais depressa e é um desperdício de tempo lamentar o tempo que passou.

 

O tempo que conta e o que importa é o hoje e o agora, por isso, aproveita, vive e saboreia o tempo que tens…

 

“O Tempo pergunta ao Tempo quanto tempo o Tempo tem e o Tempo responde ao Tempo que o Tempo tem tanto tempo quanto tempo o Tempo tem.”

Book Girl Book Girl às 16:04

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2 comentários:
De S. a 7 de Maio de 2008 às 19:37
Os ditos do avô sempre presentes... Falta outro alusivo ao tempo, mas menos próprio para publicação!
Bj
S.
De Book Girl a 8 de Maio de 2008 às 10:41
Pensei que após tanto tempo já ninguém me visitasse na minha Biblioteca.
Então e teu café? Tenho ido lá mas tens estado ausente...

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